quinta-feira, 17 de março de 2016

Curso Portal da Luz Violeta Transmutadora do Pai Obaluaiê

O Recanto Sagrado Ubiratan em parceria com o NEIO Guerreiros de Samiar realiza no dia 03 de abril de 2016, próximo domingo, das 09h às 17h, o Curso Portal da Luz Violeta Transmutadora do Pai Obaluaiê, ministrado pelo sacerdote Pai Val d'Ogum Xoroquê para todos os interessados em autocura, auxiliar o seu semelhante servindo ao Criador e seus Bens Divinos.

 Para participar, é só se inscrever no www.recantosagradoubiratan.com ou ir direto na sede, à Rua Victório Santim, 1511,  Vila Carmozina, Itaquera, São Paulo.

A colaboração é de R$ 35,00
Os participantes devem vestir branco (médiuns) ou camiseta branca (não médiuns) com roupas confortáveis. Trazer uma vela de 7 dias branca e 7 velas palitos branca, uma guia de lágrimas de nossa senhora para os rituais. E antes de vir ao curso, tomar banho de defesa do pescoço para baixo com as seguintes ervas: assapeixe, sabuqueiro e sálvia.

 Aguardamos voces!



quarta-feira, 9 de março de 2016

Magazine Sacra

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Inscrições abertas para Magia das 7 Chamas Sagradas!

Estão abertas as inscrições para o curso de Magia Divina das 7 Chamas Sagradas no Recanto Sagrado Ubiratan, em Itaquera

Esta foi a primeira Magia Divina que o Mestre Rubens Saraceni recebeu da espiritualidade. Importantíssima para auto-proteção e entendimento das funções da Magia Divina que se volta somente para a prática do bem e da cura espiritual, consciencial e física, de acordo com as necessidades e merecimentos dos atendidos e a vontade de Deus, nosso Divino Criador!

Através da Magia Divina das 7 Chamas Sagradas, também conhecida como Magia do Fogo, o mago aprende os fundamentos básicos da Escrita Mágica dos 14 Tronos de Deus, além dos Tronos da Vitalidade e do Desejo. Aprende os símbolos, signos e estrelas de cada trono, espaços mágicos, mandalas, cabalas e pontos riscados. A Magia Divina serve somente para o bem e permite aos magos limpar, purificar, combater e descarregar magias negativas, cortar demandas, bem como realizar tratamentos e cura à distância.

Atendendo a pedidos, agora estamos formando turmas em dois horários:
Sábados, das 11h30 às 13h30 - Aula inicial dia 12 de março de 2016
Terças - das 20h às 22h - Aula inicial dia 15 de março de 2016.

Inscreva-se AQUI pelo site www.recantosagradoubiratan.com ou na aula inicial, na sede do Recanto, à Victório Santim, 1511 - Vila Carmozina - Itaquera - São Paulo/SP
O curso terá a duração de  5 meses, com mensalidade de 60 reais.
Informações: 2836-3465 e 99855-6008 ou recantosagradoubiratan@gmail.com


Atendimentos da Semana!

Esta semana estaremos atuando na Força dos Pretos Velhos, tanto quinta-feira, quando haverá atendimento, quanto no domingo, quando haverá a Gira Aberta de Atendimento com os tratamentos de quem já está fazendo e consulta para quem está chegando.

Confira!



segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

ORAÇÃO KAHUNA DO PERDÃO

Que todos possam fazer esta oração assim que acordarem ou antes de dormir.
Ao fazê-la, junto com as outras duas orações, voce inicia a eliminação do processo de obsessão de energias desta e de outras vidas, porque as negatividades se alimentam dos sentimentos negativos gerados nesta ou em outras vidas por pensamentos, palavras e ações.
ORAÇÃO KAHUNA DO PERDÃO

Buscando eliminar todos os bloqueios que atrapalham minha evolução, dedicarei alguns minutos para perdoar. A partir deste momento, eu perdôo todas as pessoas que de alguma forma me ofenderam, injuriaram, prejudicaram ou causaram dificuldades desnecessárias. Perdôo, sinceramente, quem me rejeitou, odiou, abandonou, traiu, ridicularizou, humilhou, amedrontou, iludiu.

Perdôo, especialmente, quem me provocou até que eu perdesse a paciência e reagisse violentamente, para depois me fazer sentir vergonha, remorso e culpa inadequada. Reconheço, que também fui responsável pelas agressões que recebi, pois várias vezes confiei em indivíduos negativos, permiti que me fizessem de bobo e descarregassem sobre mim seu mau caráter. Por longos anos suportei maus tratos, humilhações, perdendo tempo e energia, na tentativa inútil de conseguir um bom relacionamento com essas criaturas.

Já estou livre da necessidade compulsiva de sofrer, e livre da obrigação de conviver com indivíduos e ambientes tóxicos. Iniciei agora, uma nova etapa de minha vida, em companhia de gente amiga, sadia e competente: quero compartilhar sentimentos nobres, enquanto trabalhamos pelo progresso de todos nós.

Jamais voltarei a me queixar, falando sobre mágoas e pessoas negativas. Se por acaso pensar nelas, lembrarei que já estão perdoadas e descartadas de minha vida íntima definitivamente. Agradeço pelas dificuldades que essas pessoas me causaram, que me ajudaram a evoluir, do nível humano comum ao espiritualizado em que estou agora.

Quando me lembrar das pessoas que me fizeram sofrer, procurarei valorizar suas boas qualidades e pedirei ao Criador que as perdoe também, evitando que sejam castigadas pela lei da causa e efeito, nesta vida ou em outras futuras. Dou razão a todas as pessoas que rejeitaram o meu amor e minhas boas intenções, pois reconheço que é um direito que assiste a cada um me repelir, não me corresponder e me afastar de suas vidas.

Fazer uma pausa, respirar profundamente algumas vezes, para que aconteça o acúmulo de maná! Mentalizar: que a chuva de bençãos caia sobre todos os meus corpos... Respirar mais algumas vezes vagarosamente e profundamente...

Agora, sinceramente, peço perdão a todas as pessoas a quem, de alguma forma, consciente e inconscientemente, eu ofendi, injuriei, prejudiquei ou desagradei. Analisando e fazendo julgamento de tudo que realizei ao longo de toda a minha vida, vejo que o valor das minhas boas ações é suficiente para pagar todas as minhas dívidas e resgatar todas as minhas culpas, deixando um saldo positivo a meu favor.

Sinto-me em paz com minha consciência e de cabeça erguida respiro profundamente, prendo o ar e me concentro para enviar uma corrente de energia destinada ao Eu Superior. Ao relaxar, minhas sensações revelam, que este contato foi estabelecido.

Agora dirijo uma mensagem de fé ao meu Eu Superior, pedindo orientação, em ritmo acelerado, de um projeto muito importante que estou mentalizando e para o qual já estou trabalhando com dedicação e amor. Agradeço de todo o coração, a todas as pessoas que me ajudaram e comprometo-me a retribuir trabalhando para o meu bem e do próximo, atuando como agente catalisador do entusiasmo, prosperidade e auto realização. Tudo farei em harmonia com as leis da natureza e com a permissão do nosso Criador, eterno, infinito, indescritível que eu, intuitivamente, sinto como o único poder real, atuante dentro e fora de mim.
QUE ASSIM SEJA ,ASSIM É E ASSIM SERÁ!!

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

As cores dos Orixás - Rubens Saraceni

Um pouco de Doutrina


Comentar sobre as cores do Ori­xás é o mesmo que tentar equili­brar-se e manter-se ereto na cris­ta de uma onda ou parar todos os movimentos no meio de um ciclone, pois nenhum Orixá tem uma única cor.

Isto tudo é apenas fruto da tentativa de individualizar o geral e generalizar o individual.
Como dar cor a uma energia?
Desde Oxalá, no extremo positivo, até Omolu, no extremo negativo, todos trazem em si tantas cores que, por não serem visíveis aos olhos humanos e serem ainda desconhecidas, é-nos impossível comentá-las.
Afinal todo Orixá é um mistério em si mesmo, e, por ser um mistério, por sua própria essência divina, assume a cor que lhe atribuem, além de todas as outras, pois um mistério é a Manifestação Divina do Divino Criador, tornada visível aos olhos humanos, os quais, por mais que estudem, jamais serão capazes de penetrar no interior de um mistério para desvendá-lo.
Em verdade, um Orixá irradia todas as cores, pois irradia em todas as sete faixas ou padrões vibratórios, e cada tipo de vibração, ao graduar a velocidade do giro, pode ser para mais ou para menos, dá uma cor a cada um dos elementos irradiados na forma de energias.
Por isso, uns dizem que Ogum é azul e outros dizem que é vermelho. Ou uns dizem que Xangô é vermelho e outros dizem que é marrom.
Os Oguns individualizados assumem a cor vermelha, na Umbanda, porque o próprio astral aceitou essa classificação que fixaria a sua identificação e facilitaria seu entendimento. E o mesmo ocorreu com o marrom de Xangô.
Mas nós sabemos que as cores dos Oguns variam de acordo com a faixa vibratória em que atuam. E o mesmo acontece com todos os Orixás, pois temos Iansãs que irradiam a cor ama­rela, a cor vermelha, a cor azul, a cor cobre, a cor dourada, etc.
Logo, discutir a cor dos Orixás é um assunto ainda desconhecido no plano material. O comprimento de onda ou a velocidade da irradiação é que determina se uma energia irradiada é azul, verde ou vermelha. E o comprimento de onda ou velocidade obedece ao tipo de elemento e ao padrão vibratório da faixa por onde ele está sendo irradiado.
No padrão vibratório cristalino, as cores das energias praticamente desaparecem. No padrão vibratório telúrico, elas assumem tonalidades tão densas, que temos a impressão de poder pegá-las com as mãos.
Além do mais, dentro de uma mesma faixa vibratória, temos os subníveis vibratórios. E aí a coisa complica ainda mais, porque nos subníveis mais eleva­dos, as cores se sutilizam, e, nos mais baixos, elas se densificam.
Mas todos os Orixás são Mistérios Divinos e aceitam, sem discussões as cores que já lhe atribuíram ou haverão de atribuir-lhes, pois, como Mistérios, trazem em si todas as cores.
Então que na mente das pessoas se afixe a cor que melhor irá permitir sua interação vibratória com seu que­rido Orixá, pois através dessa via colo­rida seu Orixá atuará em todo o seu mental, espiritual, emocional e físico, e o fará com tanto amor que, no fim, no imenso oceano da vida, todos serão cintilantes e multicoloridos “pingos” de amor à criação e de fé, muita fé, no nosso amoroso Criador.
Agora passaremos aos nossos ama­dos filhos-de-santo e filhos-de-fé, as cores que temos permissão de revelar, e que, se estudarem um pouco acabrão descobrindo fundamentos profundos no campo das irradiações energéticas que começam a acontecer após nossos “pedidos” e orações, invocações e fir­mezas, irradiações e cantos.
OXALÁ....................... Branco, cristalino, furta-cor.
OIÁ-TEMPO.............. Azul escuro, branco, preto e prata.
OXUM........................ Rosa, dourado, azul e amarelo.
OXUMARÈ................. Azul, furta-cor, lilás e azul celeste.
OGUM........................ Azul escuro, prateado, vermelho.
IANSÃ........................ Amarelo, dourado, vermelho-coral.
XANGÔ....................... Marrom claro, dourado, vermelho.
EGUNITÁ................... Laranja, dourado e vermelho.
OXOSSI..................... Verde, azul escuro e magenta.
OBÁ............................ Magenta, dourado e vermelho.
OBALUAÊ.................. Branco, prateado, violeta e branco/preto.
NANÃ......................... Lilás, azul claro e roxo.
IEMANJÁ................... Branco azulado, prateado cristalino, azul profundo (anil) e azul claro.
OMOLU...................... Vermelho, preto, roxo, branco, vermelho, preto.
EXU............................ Preto, e vermelho.
POMBAGIRA............ Vermelho, e preto.
Portanto, fiquem com as cores que já se tornaram padrão, e está tudo certo para os nossos amados Orixás, uma vez que eles querem vê-los a partir de sua fé, que deve ser pura e imaculada.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Guias ou colares na Umbanda

Um Pouco de Doutrina

Pablo de Araújo Carvalho

As guias ou colares na Umbanda fazem parte da indumentária da religião e é recurso mágico-religioso por excelência quando devidamente cruzados e imantados pelos espíritos e guias protetores de Umbanda, pois os guias ou mentores são os ativadores dos mistérios que se abrem através dos colares. O colar no pescoço de um médium funciona como um pára-raios, um campo protetor que se abre e miniminiza a sobrecarga que por ventura venha atingi-lo. Caso o médium receba uma carga energética negativa de 100%, o colar do guia ameniza essa carga em 80% e o médium só sente o impacto de uns 20% da carga negativa. Por isso o colar ou guia não deve ser visto como um simples adereço e sim como um instrumento mágico fundamental para o uso nos trabalhos espirituais ou cotidiano caso recomendado por um Guia Espiritual de Umbanda.

Além disso todo colar é confeccionado por elementos naturais, tais como: pedras de cristais, minérios, porcelana, sementes, conchas, búzios, etc. Também são colocados símbolos como: cruz, espada, machado, crânio, penas, etc. mais também são amarradas fitas coloridas, branca, azul, amarela, verde, etc. Cada elemento possui uma finalidade e tudo é ativador de mistérios, pois se o colar é feito de cristais transparentes, essa guia é consagrada ao Pai Oxalá e cada vez que a usamos, além de abrir-se um campo protetor na força de nosso Pai Oxalá e no seu elemento que é o quartzo transparente, também abre-se um canal de comunicação através de cada esfera de cristal onde passamos a ser monitorados e vigiados através delas pela Divindade ou Guia responsável por aquela guia ou colar e ao detectar uma demanda ou um ataque espiritual, daquelas esferas ou pedras do colar saem espíritos que atuaram em nossa defesa, pois o colar é portal aberto e caso haja necessidade, é por meio deles que somos ajudados, sem a necessidade do guia incorporar para ajudar-nos.

O guia/colar também é um portal móvel e basta colocá-lo no chão acender uma vela no centro dele e oferecê-la ao orixá correspondente e dono desse colar, adentrarmos dentro do circulo com a vela em nosso tornozelo e clamarmos a Olorum e ao Orixá dono daquele colar e pedirmos que descarregue todas as energias negativas de nosso campo, nos harmonize e nos equilibre, que em instantes já estamos com todo nosso corpo físico e espiritual descarregado e nossas forças equilibradas e harmonizadas com a criação de nosso Divino Criador Olorum.
O guia espiritual é o único que sabe manusear e ativar os recursos do colar com 100% de conhecimento de causa, porém aprendemos alguns significados quando o colar é usado em determinadas posições em nosso corpo quando o guia está incorporado.

Vejamos:
Tradicionalmente o colar sempre é usado em nosso pescoço e aberto para frente, criando assim todo um campo protetor e abertura de passagem e troca de energias com as forças localizadas a nossa frente. Quando o colar é usado em vertical ou perpendicularmente, cruzado em nosso corpo e aberto para nossa esquerda, caso seja um colar de Exu cria-se assim todo um campo protetor e abertura de passagem e troca de energias com as forças localizadas a nossa esquerda, onde passamos a ser descarregados e esgotados de todas as energias negativas situadas em nosso campo e passamos também a ser carregados energeticamente falando de energias vitalizadoras e estimuladoras de nossas ações positivas e virtuosas.
Por que colocamos caso seja um colar de Exu? Porque à nossa esquerda quem rege são os Orixás, Exu, Pomba-Gira e Exu-Mirim e mesmo existindo outras divindades a nossa esquerda, na Umbanda é Exu que responde por todas as forças e campos à esquerda. 

Como somos curiosos e investigativos por natureza, vê que alguns guias em determinados trabalhos usam colares de Orixás e Guia da direita aberto para os campos à esquerda, e quando um colar de guia da direita está aberta ou colocada transversalmente para nosso lado esquerdo, é que esse colar está sendo um campo bloqueador de entrada de energias das realidades à nossa esquerda, porém raramente vemos isso e se o guia utiliza-os dessa forma é porque tem os seus motivos de bloquear temporariamente a entrada de vibrações a nossa esquerda.

Usa-se também colares cruzados perpendicularmente abertos um para esquerda e outro para direita. Geralmente esses colares usados no corpo de forma cruzada, possuem uma polarização energética ou forma pólos complementares, por exemplo, os guias geralmente usam colares cruzados amarelo (Mãe Iansã) de um lado e vermelho (Pai Ogum) de outro, dois campos que se complementam e trabalham em conjunto, poderia ser Marrom (Pai Xangô) e Laranja (Mãe Egunitá), vimos também colares cruzados de baiano e boiadeiro, como também colares de coquinhos ou olho de cabra (Pai Baiano) cruzado para esquerda e amarela (Mãe Iansã) cruzado para direita, ambos formam polaridades, pois a linha dos baianos é Regida por Mãe Iansã e Pai Oxalá, então forma pólo e campos que se complementam, assim como colares feitos de couro (Pai Boiadeiro) cruzado para esquerda e vermelho ou azul escuro (Pai Ogum) cruzado para direita, ambos formam polaridades, pois a linha dos boiadeiros são regidas pelos Orixás Ogum e Logunan (Oya-Tempo).


Então formam pólo e campo que se complementam e no ponto onde os colares se cruzam, formam um pólo magnético à frente polarizando com outro pólo magnético atrás, sendo o cruzamento do colar na frente e atrás um pólo misto de forças e a abertura dos colares à esquerda e à direita um pólo unipolar ou puro de forças e elementos.

Na verdade sabemos só aquilo que os guias querem que saibamos e nosso conhecimento é fruto desse querer, pois a fonte sempre serão eles e somos meros expansores desse conhecimento que se origina neles, o pouco que vamos aprendendo devemos disseminar para enriquecer a nossa religião. É certo que o colar tem muitos mais mistérios e formas de utilizá-los, porem somente os guias dominam integralmente esses mistérios e vamos nos contentando com o pouco que nos é aberto e esclarecido. 

Saravá Umbanda.